O Projeto Brasileirinho foi idealizado e é coordenado pela psicopedagoga gaúcha Claudia Rieth, há sete anos morando nos Estados Unidos. A primeira reunião do Projeto com alguns pais e voluntários foi marcada para um fim-de-semana em outubro de 2007. Nesse mesmo dia, meio milhão de pessoas tiveram que abandonar suas casas fugindo dos fogos que se alastraram e dizimaram boa parte do sul da Califórnia. Cláudia e a família estavam nesse grupo. A reunião teve que ser cancelada. Mas a solidariedade e o carinho da comunidade Brasileira em San Diego não só apoiou a família num momento difícil, como também ajudou o Projeto Brasileirinho literalmente ressurgir das cinzas.
Começamos nosso encontro com a professora Grace, mais conhecida como a “Marrom” e a ginga de um ritmo bem brasileiro: o frevo . Os baixinhos botaram para quebrar e nossa convidada terminou a oficina com uma apresentação da dança com direito a sombrinha e tudo mais !
Encerrando o tema “Lendas do Brasil”, o Curupira representou bem a Região Norte. Essa intrigante figura despertou o interesse das crianças e confundiu à todos deixando “pegadas contrárias” por onde passou.
O Projeto está preparando o “Arraial do Brasileirinho” para encerrar com chave de ouro os seis encontros ( mais detalhes em breve). Para isso, as crianças aprenderam um pouco sobre os festejos e suas peculiaridades como roupas, danças, comidas típicas e nos a judaram a preparar lanternas e bandeirinhas para enfeitar a festa do dia 21 de junho.
Terminamos com Capoeira Brasil, sucesso em qualquer evento.
Nota : Estamos à procura de voluntários que queiram coloborar com pratos típicos e voluntários para preparar e/ou organizar brincadeiras entre outras funções . Os interessados podem entrar em contato conosco no email : sheilanacalifa@gmail.com.
Puxa! Nosso encontro mal acabou e nossa turma não vê a hora de passar mais um sábado ao lado dessas crianças maravilhosas. Agora, nos resta relembrar os bons momentos. Vamos lá?
Dando continuidade ao tema “Lendas do Brasil”, a estória do Lobisomem foi a escolhida para representar a região nordeste.
Em artes , as crianças caracterizaram-se de coelhinhos com direito a cara pintada e orelhinhas para elaborar projetos baseados no tema.
Páscoa! Quem não gosta da Páscoa? . Não podíamos deixar essa data passar em branco comemorando-a com jogos, brincadeiras e a tradicional “caçada aos ovinhos”.
No caderno de atividades, segue uma estórinha com a mensagem de paz e amor que queremos transmitir a todos vocês e suas famílias .
Feliz Páscoa e um forte abraço da equipe.
Nota: No sumário de atividades entregue aos pais no final do encontro, há uma menção a oficina de capoeira que foi cancelada de última hora e portanto, não ocorreu conforme a programação do dia.
Fotos:
As crianças acharam inspiração em suas carinhas pintadas e orelhas de coelho para produzir trabalhos de artes.
A lenda do homem que vira lobo nas noites de lua cheia .
Cantando músicas de Páscoa e brincando de caça aos ovinhos.
Nesse segundo encontro tivemos um convidado para lá de especial: O nome dele é Tiago e ele mostrou para gente como se toca um instrumento chamado cavaquinho que é muito utilizado em rodas de samba. Tiago e sua esposa (uma psicopterapeuta que faz um lindo trabalho com crianças e música) trouxeram canções e brincadeiras da turma do Sítio do Picapau Amarelo.
Já nas oficinas de estória e arte, nós aprendemos tudo sobre o personagem mais travesso do folclore Brasileiro: O Saci -Pererê.
Ele amarra o rabo dos cavalos um no outro, está sempre desaparecendo com as coisas e se diverte fazendo arte para atrapalhar a vida das pessoas - mas não muito, porque ele não é mau. Por falar nisso, vocês sabiam que no dia 31 de outubro de 2005 foi oficializado, em caráter nacional, o “ Dia do Saci”? Essa foi uma forma que o Ministério da Cultura encontrou de diminuir a importância da comemoração do Halloween e valorizar mais o folclore nacional, diminuindo a influência da cultura norte-americana no Brasil.
Para finalizar tchan,tchan,tchan,tchan! Sabem qual foi a última atividade do dia? Isso mesmo! A capoeira, um grande sucesso do nosso primeiro encontro. Alguns baixinhos até se renderam ao som do berimbau e tentaram alguns movimentos enquanto o resto do grupo batia palmas e cantava animadamente na mais pura alegria.
No caderno de atividades (elaborado de acordo com a faixa etária) há uma estorinha do Saci, jogos e brincadeiras onde os pais podem aprender um pouco mais, relembrar suas próprias infâncias e dar continuidade ao tema em casa.
Até o próximo evento e viva o Saci!
Fotos:
Fazendo parte da estória: A criançada se enfiou debaixo de um rodamoinho para entender como o Saci aparece. Seus “rabos de cavalo” foram amarrados um no outro e os cadarços de seus sapatos também…e ficaram boquiabertos com as estripulias de uma figura folclórica inesquecível.
Na capoeira, meninos e meninas embarcaram numa viagem imaginária às nossas matas, imitando o mico e outros animais, remando seus botes no rio Amazonas e sobretudo, se divertindo muito para compreenderem o quanto estavam se exercitando.
Abaixo: Nossos artistas-mirins e suas obras-primas e Tiago , nosso convidado especial.
Dia 19 de Janeiro foi inuagurado o primeiro encontro do Projeto Brasileirinho e foi com muita alegria que vimos a idéia se desenvolver e tornar-se realidade. O Projeto será realizado por meio de seis encontros com o tema “Lendas Brasileiras”em foco.
No evento do mês de Janeiro, as crianças foram introduzidas à uma performance memorável do grupo de Capoeira. Aprendemos sobre a cobra Boitatá, uma lenda indígena que explica a origem do fogo. A versão do PB ensina a importância da preservação dos animais.
Nota: Nossa equipe teve o cuidado de readaptar todas as lendas do programapara não chocar os pequeninos e modernizamos a linguagem para facilitar o entendimento. Em artes , o foco será o estimular a criação de trabalhos baseados no tema de cada encontro, explorando diferentes tipos de mídias.
Agradecemos às familias que acreditaram no projeto inscrevendo seus brasileirinhos nessa deliciosa aventura. Tenham certeza de que este programa será sempre regado pelos mais preciosos ingredientes: amor, dedicação, carinho, responsabilidade e alegria proporcionando um ótimo ambiente de aprendizagem.
Aproveito a oportunidade para fazer meus especiais agradecimentos pela dedicação e empenho do grupo de pesquisa, criação, eleboração e execução das oficinas – Gabriela Dedolph, Cintia Tavares,Claudia Duurvoort, Daniela Theus, Sheila Santiago e Carla Querobim. Um grande obrigado ao Pastor Pierre Rosa e SMCC Brazilian Felowship por todo o carinho e suporte dado ao projeto.